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Mostrando postagens com marcador animais. Mostrar todas as postagens
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domingo, 31 de outubro de 2010

"Surpresa"...a petiça "Kinder Ovo"....

Sabem o que é "kinder Ovo"?
Kinder Ovo é um produto alimentar e uma marca registrada italiana da empresa Ferrero. É comercializado em vários países do mundo. Em 1994 foi trazido para o Brasil, é um chocolate que vem com uma surpresa dentro.


Imagem da Wikipépia - A Enciclopédia Livre

Quando as crianças compram o chocolate, logo após abri-lo para comê-lo, descobrem que ele vem recheado com um brinde (geralmente um brinquedinho).
Em maio desse ano (2010), comprei uma petiça pretinha, sem raça, para dar umas "cavalgadas" em nosso sítio. Não estava gorda e, nada nos informaram sobre ela, além de uma provável idade de 4 anos e o preço.
Como mostrei muito interesse, ela foi "superfaturada", paguei R$ 1.000,00 à vista, lógico que, pela aparência e valor de mercado, não custava tudo isso, qualquer "pouco entendedor" iria me dizer, mas a "paixão não tem preço".



Quando foi levada ao sítio, ainda "andava". Eu saia com ela, acompanhando meu filho que cavalgava numa das éguas maiores, a Gateada ou a Chuva.

A comida no sítio é farta e também a "vida é mansa", principalmente para uma petiça que morou num bairro periférico de Pelotas, onde até puxava carroça.
Logo começou a engordar, o que atribuímos a maior oferta de pasto e de ração balanceada a ela oferecida.Mas também tornou-se malandra, andava aos paçinhos e não acompanhava mais todo o trajeto do passeio.Eu não queria e nem deixava ninguém lhe bater com rebenque, o que todos me aconselhavam para ela não ser "baldoza".

Há mais ou menos um mês, observamos que seus aperos estavam cada vez mais apertador, sua barriga enorme! Não deu outra estava prenhe, com certeza quem a vendeu também não sabia.
Ai está a analogia com o Kinder Ovo...de sua barriga saiu, ontem, dia 30 de Outubro, à 01 hora da madrugada, a primeira equina nascida no Sítio do Cerro Alto...
Por mim seu nome ficaria "SURPRESA DO CERRO ALTO", filha da Pretinha e do Cavalo Desconhecido!!!!


Mãe e filha algumas horas após o parto, 30/10/2010.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

No sítio, foi um bom final de semana!


Para variar, sábado mal tinha clareado e eu já estava com o pé, ou melhor, com o carro na estrada. Fui bem cedo para o sítio, lá em Morro Redondo. Meu filho tinha ido na véspera, fiquei de levar os "acessórios de café matinal" para ele. Também tinha comprado um pelego para andar na minha pediça, aliás já estava com saudade dela.


Meu marido estava em Campinas, São Paulo, fazendo uma avaliação numa escola de Medicina. Ele é avaliador do MEC.
Minhas filhas,também não podiam ir, uma estava em Porto Alegre e a outra tinha estágio da faculdade.
O tempo estava esquisito, mas interessante. Não era muito frio, ora chovia, ora até fazia um "esboço" de sol. Estava mais convidativo para ficar dentro da casa, na volta do fogão a lenha ou "nas voltas das casas"(pertinho da casa).



Foi um ótimo final de semana, deu para curtir um tipo de vida, bem diferente do meu dia-dia na cidade.

terça-feira, 23 de março de 2010

Cavalos puxando carroças


Imagem do Blog do ZH MOINHOS

O cavalo é um mamífero. A denominação para as fêmeas é égua, para os machos não castrados, garanhão e para os filhotes, potro. Os cavalos têm longas patas de um só dedo cada. Os cavalos (Equus caballus) são perfeitamente adaptados a diversos desportos e jogos, como corrida, pólo, provas de ensino ou de equitação, ao trabalho e até à equoterapia (recuperação da coordenação motora de certos deficientes físicos).
Seu tempo de vida varia de 25 a 30 anos.Esses animais dependem da velocidade para escapar a predadores. São animais sociais, que vivem em grupos liderados por matriarcas. Os cavalos usam uma elaborada linguagem corporal para comunicar uns com os outros, a qual os humanos podem aprender a compreender para melhorar a comunicação com esses animais.
O cavalo teve, durante muito tempo, um papel importante no transporte; fosse como montaria, ou puxando uma carruagem, uma carroça, uma diligência, um bonde, etc. Também nos trabalhos agrícolas, como animal para a arar.
Os exércitos usavam cavalos de forma intensa em guerras. Os soldados ainda chamam o grupo de máquinas que agora tomou o lugar dos cavalos no campo de batalha de "unidades de cavalaria".
Hoje, nas cidades, os cavalos ainda são usados para tracionarem carroças que recolhem o chamado lixo reaproveitável ou para transportar outros materiais pesados, como os da construção civil.
Esses animais são mal alimentados, mal ferrados, não recebem qualquer atendimento veterinário, sendo obrigados a trabalhar além de suas forças, mesmo doentes e famintos.
São maltratados com carga excessiva, horários exaustivos de trabalho. Alguns praticamente não tem repouso e, quando fraquejam, são açoitados, inclusive com instrumentos e em locais deliberadamente escolhidos para causar grande dor. Não há fiscalização quanto a origem do animal e a qualidade de vida.


No trânsito, são conduzidos por vias de grande movimento, em horários de pico, sujeitos a inúmeros acidentes, quase sempre fatais. Muitas vezes são conduzidos por menores em flagrante desobediência às leis de trânsito e à legislação de proteção à infância e adolescência.
Quando imprestáveis,são entregues à matadouros, quase na sua totalidade clandestinos, para um abate cruel e geralmente são repassados para o comércio como carne de boi.
Recentemente, meu filho adquiriu duas éguas para nosso sítio, a Gateada e a Chuva. Logo nos apaixonamos por elas. São lindas! Amáveis, gostam do convívio com as pessoas e de carinho, principalmente a Gateada.
Passam a maioria do tempo pastando, ganham complementação com rações, tratamento veterinário e têm água a vontade (temos um açude), em troca nos retribuem com pequenos passeios.
Embora eu não saiba "andar a cavalo", sempre apreciei esses belos animais e convivi com alguns na minha infância e adolescência.
Fico muito chocada quando vejo alguém maltratar esses equinos. Compreendo que o carroceiro os usa como seu "ganha pão", mas isso não justifica o abuso ao qual muitas vezes, esses animais são submetidos.
Hoje, quando eu vinha de carro do trabalho, presenciei uma dessas cenas. Eram meio-dia, a Av. Domingos de Almeida, no bairro Areal (Pelotas) estava bem movimentada. Em frente ao Instituto de Menores, havia uma carroça, super-carregada, parada sobre o quebra-molas. No solo, no asfalto, um pobre cavalo magro agonizava. Pessoas cercavam o cenário. Fui obrigada a passar ao lado de tal cena. O proprietário jogava água na cabeça do animal, tentando reanimá-lo.
Confesso que fiquei com um "nó na garganta" e com os olhos molhados....vivo revoltada com o sofrimento imposto aos animais.

sábado, 21 de novembro de 2009

Atenção! Pet Shop, cuidado!

Alguns animais foram domesticados para convívio com o homem, por questões de companheirismo, divertimento ou até mesmo trabalho.

Poderíamos citar uma lista de animais, tidos como de estimação, mas sem dúvidas, o cão e o gato, são os mais populares entre os bichos de estimação.

O cão (Canis lupus familiaris) é talvez o mais antigo animal domesticado pelo ser humano.

Surgiu da domesticação do lobo cinzento asiático pelos povos daquele continente há cerca de 100.000 anos. Hoje existe uma grande variedade de raças além daqueles sem raça definida, os SRD, descendentes de diferentes raças, popularmente denominados, aqui no Brasil, de "vira-latas". O cão é um animal social e possui várias características que o tornam de grande utilidade para o ser humano. O " cão é o melhor amigo do homem" ninguém coloca em dúvida essa amizade tão forte e duradoura entre espécies tão distintas.



O gato (Felis silvestris catus), também conhecido como gato caseiro, gato urbano ou simplesmente gato, também é um popular animal de estimação. A domesticação dessa espécie, oriunda do continente africano, é muito antiga. São animais bastante populares, servindo ao homem como um bom animal de companhia, e ainda utilizados por agricultores e navegadores de diversos países, como um meio barato de se controlar a população de determinados roedores.



Na atualidade, os "bichos de estimação" ganharam lugar de destaque na sociedade. Um grande número de pessoas possuem um animal de estimação, dedicando ao mesmo, muita atenção e carinho, na maioria das vezes. Proliferam os serviços veterinários dedicados aos pequenos animais. Outros serviços como hotéis, cuidadores, adestradores e estabelecimentos comerciais voltado aos "pets" surgem a cada instante, pois o mercado se mostra favorável a esses empreendimentos. São os chamados PET SHOP que surgem a cada esquina, oferecendo artigos especializados, rações, banho, tosa, etc. De forma alguma sou contra esse tipo de serviço, até conheço bons estabelecimentos, dirigidos por pessoas responsáveis e capacitadas. Confesso que até já tive vontade de ter um Pet Shop, pois para quem não sabe, além de adorar cães e gatos, sou veterinária, embora não exerça essa profissão, tendo optado pela medicina humana.


Estou escrevendo essa postagem porque nessas últimas semanas fiquei sabendo de episódios inconcebíveis envolvendo alguns Pet Shop de Pelotas. Não citarei o nome dos envolvidos, mas amigos, cuidado! Nem sempre esses estabelecimento são capacitados para os serviços que oferecem.

Recentemente, cheguei a casa de uma amiga que queixava-se do serviço de um Pet Shop próximo a sua casa. Ela havia deixado seu cão, muito estimado, para um banho, pois a família tem agro-negócios na zona rural e, às vezes, quando vão à fazenda, levam o canino.

O animal tinha retornado sujo e com odor forte. Levou-o para esse estabelecimento, tendo solicitado que, após o banho, logo fosse dado um telefonema para que ela fosse buscá-lo, pois não gostaria que ele esperasse preso dentro de uma gaiola, por muito tempo, pois o mesmo não está acostumado e esse tipo de tratamento.

O animal ficou a manhã toda no Pet, provavelmente, ficou horas dentro de uma gaiola e retornou para casa com as manchas brancas do pêlo sujas e com "fedor" (realmente parecia que nem tinha sido lavado). Fui testemunha, vi com meus olhos e senti com meu nariz. É lógico que minha amiga não levará mais o cão nesse estabelecimento. Ainda bem que sei onde fica, não recomendarei à nenhum amigo.

Dias após ocorreu algo pior. Minha funcionária, moradora na praia do Laranjal, às 8 horas da manhã, deixou sua cadelinha vira-lata, muito querida e bem tratada, para banho e tosa, num Pet Shop lá localizado. Às 10 horas recebeu o telefonema do Pet Shop, mas não era para ir buscar a cadela, mas para avisá-la que eles tinham perdido o animal. Acreditem!!!

Disseram-lhe que antes do banho a cadela havia se assustado e saído correndo da loja até sumir.

Foram três dias de angústia da família até encontrá-la na beira da praia totalmente desorientada, suja e faminta. E, pela informação que tive, ficou por isso mesmo: "seu cão fugiu" (onde está a responsabilidade de alguém que recebe um animal de estimação aos seus cuidados?).

Hoje recebi o telefonema de outra amiga. Estava indignada, com toda razão. Pela manhã deixou sua cachorrinha para banho e tosa, num Pet Shop da zona norte da cidade. Quando o animal foi trazido para casa, observaram um ferimento no olho da mesma. Era uma úlcera de córnea, provavelmente, causada pela focinheira colocada no animal na hora do banho. A loja tentou dizer que a cachorra já estava com o ferimento, mas minha amiga tem certeza que entregou o animal sem nenhum ferimento, pelo menos ofereceram o tratamento pois havia veterinário no local, embora não seja justificável.

Atenção! Pet Shop, cuidado!

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Cão e Gato, na sexta-feira 13

Hoje é dia 13 de novembro de 2009, SEXTA-FERA!
A crença de que o dia 13, quando cai em uma sexta-feira, é dia de azar, é a mais popular superstição entre os cristãos. Há muitas explicações para isso. A mais forte delas, seria o fato de Jesus Cristo ter sido crucificado em uma sexta-feira e, na sua última ceia, haver 13 pessoas à mesa: ele e os 12 apóstolos.
Contudo, poucos sabem dizer qual é a verdadeira origem da “Sexta-feira 13”. De fato, as possibilidades de explicação para esta crença se encontram difundidas em diferentes culturas espalhadas ao redor do mundo.


Não quero, nesse dia, comentar sobre AZAR ou SORTE. Hoje o fato que me sensibilizou ocorreu às 08 horas da manhã, quando eu ia para o trabalho, envolvendo um cão e um gato.
Costumo sair de casa sempre "com o horário apertado", acho que não tem "cura esse mal". Dificilmente falto ao serviço, mas costumo chegar na hora exata ou alguns minutos após. Porisso vou sempre atalhando o caminho para chegar a tempo.
Hoje dobrei na rua que leva a sede da RBS TV Pelotas, no bairro Areal. Ai peguei uma pequena quadra que conduz a rua Mário Peruque.
No encontro dessa quadra com a rua Mário Peruque há uma curva,nela obsevei uma motocicleta que desviava de algo. Era um pequeno gato siamês, indeciso se retornava ao acostamento ou atravessava a rua.
Diminui a velocidade e fiquei observando. O gatinho retornou ao acostamento e aproximou-se de um filhote de cão, morto. Parei o carro, pasmem, o gatinho andava na volta do pequeno cão e o cheirava. Senti que deveriam se conhecer previamente.
Próximo à cena havia um armazém, com uma senhora na frente. Perguntei se conhecia o dono dos animais. Ela disse que não e contou-me que alguém, de carro, os havia abandonado ali, desde ontem.
O cão, acabou sendo atropelado e morreu, então o gatinho ficou parado ao seu lado, mas já estava começando a tentar atravessar para o outro lado da rua.
Eu não tinha como pegar o gato. Adotá-lo nem pensar, pois, infelizmente, meus cães não gostam de gatos e, como eu já estava atrasada, não pude resolver o problema do gato, levando-o a algum lugar em que pudesse ser adotado ou mais seguro do que aquela esquina.
Várias vezes durante o dia a cena me veio a memória.
Como podem abandonar dois filhotes, ainda mais num lugar tão perigoso, onde a morte é quase certa?
Com cereteza, não é o cão o maior inimigo do gato, mas o homem o pior amigo dos animais! Com exceções é claro.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Gatos 3ª parte



Paquita era uma gata preta, comum como quase todo gato preto. A má sorte que os gatos pretos supostamente trazem para mim é só superstição.
Paquita chegou à nossa casa quando nossos filhos eram bem pequenos. Foi trazida pelo meu marido e por meu filho Felipe, chegou como sendo um macho, só alguns dias é que vi que o animal era fêmea. Foi dada pelo seu Oliveira, pai de nosso amigo Avelino.
Seu nome, escolhido pelas crianças, foi motivado pelas meninas do programa infantil da Xuxa Meneguel, as Paquitas.
Era um gato dócil e manso, mas gostava de roubar. Uma vez ao chegarmos para o almoço, nossa empregada nos comunicou que a gata tinha roubado a carne que estava descongelando sobre o balcão da pia da cozinha.
Até hoje lembro da Luciana, com uns 2 anos de idade, deitada no sofá, chupando um de seus dedos polegares e, com a outra mão, fazendo cafuné na barriga peluda de Paquita.
Tinhamos cães em casa, mas conseguiam suportar a gata. Não era uma amizade, mas se respeitavam.
Certa vez notamos que ela havia engordado, não deu outra, estava prenha. Teve 3 gatinhos totalmente brancos.
Doamos 2 deles e acabamos ficando com uma das fêmeas, a Dafne. Após, decidimos castrá-la.
Não sabemos como ocorreu, mas Paquita sofreu algum acidente, fez uma fratura em uma das patas traseira. Foi levada ao hospital da Faculdade de Veterinária para tratamento. Voltou com a pata muito estranha, virada para fora, lembrava até um cachimbo. Caminhava, defecava, mas só conseguia urinar se sua bexiga fosse apertada. Levávamos o animal ao vaso sanitário para "esvaziá-lo", caso contrário, perdia a urina involuntariamente, aos pingos.
Assim ela sobreviveu por alguns anos. Um dia desapareceu, nunca mais a encontamos, com certeza morreu.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Gatos 2ª Parte

Hoje comentarei sobre a gatinha Ling.

Era uma gata da raça siamês, foi-me presenteada em 1976, por um casal de amigos de meus pais. Na época era pouco comum esse tipo de gato em Pelotas, por isso havia muita consanguinidade entre eles, pois acabava havendo cruzamento entre irmãos e pais com filhos, portanto, características indesejadas eram fáceis de surgir nos seus descendentes.

Nesse ano, 1976, eu havia entrado para a Faculdade de Veterinária na UFPEL, curso que escolhi ao concluir o ensino médio, devido minha afinidade e paixão pelos animais domésticos. Após formada, aos 21 anos de idade, alguns fatos ocorridos em minha vida, contribuiram para eu não ter exercido essa profissão. Em 1990, entrei para a Faculdade de Medicina também na UFPEL, tendo concluído esse curso, em 1996, exerço até hoje a profissão de médica.

No meu primeiro ano de acadêmica de veterinária, conheci o Gilberto (Cachoeira), ele era monitor da cadeira de Genética e cursava comigo a disciplina de Anatomia II. O Gilberto também era conhecido por Cigano, apelido adquirido no ensino médio na escola CAVG (ensino médio). Além de estudar Veterinária, o Cigano também estudava Filosofia, pois era seminarista e pretendia tornar-se padre da Igreja Católica. Ele morava no Seminário de Pelotas, até hoje localizado na Avenida Dom Joaquim. Ficamos muito amigos, todos dias conversávamos no ônibus do campus e andávamos juntos nos intervalos das aulas.

A Ling foi pequena lá para minha casa, era linda. Tinha o pêlo bege, com orelhas, patas e rabo marrons, grandes olhos azuis, brincalhona e alegre. Porém perto de completar seu primeiro ano de vida, começou a ter problemas com as patas traseiras, até que um dia amanheceu arrastando todo seu trem posterior.

Levada ao veterinário, que era meu professor, teve como diagnóstico paralisia de quadril, quadro irreversível e hereditário, segundo aquele profissional. O melhor tratamento seria a eutanásia. Ao invés dele ter sacrificar o animal, sugeriu que eu mesma o fizesse (com uma injeção letal, por ele orientada), pois isso já seria um aprendizado, porque essa prática é comum nessa área da ciência.

Naquele dia, quando encontrei-me com o Cigano, relatei o ocorrido e disse-lhe que eu não teria coragem de fazer tal procedimento. Ele sugeriu que eu levasse minha gatinha até o seminário, e que ele "daria um jeito".

Em uma caixa de papelão, deixei o pobre animal lá. Fui para casa chorando.

No outro dia, decidi não comentar mais o caso, ele também nada mais falou sobre a gata. Alguns dias após recebi seu telefonema, pedindo que eu fosse até o seminário, pois uma freira gostaria de me dar umas plantas. Achei estranho mas fui assim que pude.

Chegando lá encontrei a freira e ele. Cercados de outros meninos seminaristas, estavam me esperavam com a Ling de laço cor de rosa no pescoço, andando! Até hoje não entendi o tratamento que fizeram, mas com certeza foi o início de uma história vamos dividindo há 33 anos.

Fui para casa chorando, mas agora de felicidade.

A gata era fraquinha mesmo, não durou muito, mas nós continuamos até hoje juntos. Já tivemos outros gatos, galinhas, passarinhos, peixinhos, cães e até três filhotes humanos.....

Obrigada Ling, tua existência não foi esquecida por nós.

obs: A foto que ilustra a postagem não é de Ling, naquele tempo não havia máquina digital. Fotografia era mais coisa de aniversários, casamentos e viagens...

domingo, 18 de outubro de 2009

Gatos 1ª parte



Hoje é o Dia do Médico, embora eu e meu marido sejamos médicos, a pedido de uma parceira do jogo de tênis, o tema será GATOS.

Há dois dias escrevi um pouco sobre cães, pois são animais de estimação que fazem parte de minha vida desde muito tempo. Mas e os gatos? Qual minha experiência com esses animais?

Nunca tive uma convivência tão intensa com gatos como tenho tido com os cães, mas eles também não são páginas em branco na minha vida. Alguns até foram muito importantes.

Hoje só farei uma colocação sobre esses felinos domésticos.

O gato doméstico (Felis silvestris catus), também conhecido como gato caseiro, gato urbano ou simplesmente gato é um animal da família dos felídeos, muito popular como animalde estimação, sendo um predador natural de animais como roedores, pássaros e lagartixas. A primeira associação com os humanos de que se tem notícia foi há cerca de 9500 anos, mas a domesticação dessa espécie oriunda do continente africano é muito mais antiga.

Muito utilizados como animais de estimação, os gatos podem ter efeitos benéficos, a medida em que atuam como animais de companhia, auxiliando no tratamento da depressão em seres humanos. Estudos científicos indicam que existe uma redução de 30% no risco de ocorrências de infartos nas pessoas que têm gatos como animais de estimação. O provável motivo desse fato é que o convívio com esses pequenos felinos minimizam o nível de estresse, um dos principais responsáveis pelo surgimento de problemas cardiovasculares.

A presença constante desses animais na sociedade humana faz com que frequentemente sejam criados personagens baseados neles. Alguns gatos fictícios famosos: CatDog, Bafo-de-Onça, Comichão, Frajola, Hello Kitty, Garfield, Gato de Botas, Gato Felix, Manda-Chuva, Penélope, Swat Kats, Tom, entre outros.

Cinco gatos cruzaram meu caminho: Ling, Paquita, Amishe, Bruna e Dafne.
Em outras postagens contarei as suas histórias resumidamente, hoje só farei uma colocação sobre esses felinos domésticos.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Cães







Sou apaixonada por cães, não connheço nenhum mau, pois a maldade não é uma característica dos animais. Quando mordem, atacam ou fazem algo "desaprovado", geralmente, é para defender seus territórios, para proteção de algum tipo de agressividade, a que estão sendo submetidos, ou por "treinamento" (feito pelos humanos).
É claro que existem raças menos dóceis, mas na grande maioria, continuam sendo "os melhores amigos dos homens", pois no processo evolutivo, tiveram recompenas indiscutíveis com essa amizade. Foi bom para os dois lados, é claro.
Desde muito cedo estive envolvida com um desses animais. Quando lembro de minha infância, adolescência e da minha fase adulta, há sempre um canino no cenário.
Lastimo que suas vidas, normalmente, são breves. Nos dão muito afeto, carinho, alegria e também trabalho, mas quando partem nos deixam saudade, além de boas lembranças.
Meus pais gostavam de cães, meu marido gosta de cães e, por sorte, meus filhos também os estimam muito. Será que é hereditário?
Hoje deixo aqui uma homenagem aos meus três caninos, Bob Marley, Billy Joe e Odi que "partiram" nos últimos dois anos.

"Um cão é a única coisa na terra que o ama mais do que ama a si mesmo."