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Mostrando postagens com marcador sítio rural. Mostrar todas as postagens
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sábado, 14 de janeiro de 2012

É verão? Nem parece.....


Hoje é sábado, 14 de janeiro de 2012. Não estou na beira do mar, nada de sol ou calor, o quê seria o normal nessa época, mesmo no sul desse imenso Brasil. Acompanhada de meu marido, nos encontramos em nosso sítio.
Às vezes uma pancada de chuva ou uma chuvinha fina,quando o sol aparece é "tímido" ou simplesmente o dia é cinzento.
Mate quente,nós dentro do chalé, marido de moleton, bombachas e lendo um livro ao meu lado. Eu na internet, lendo e-mail, andando pelo facebook ou entrando em sites de notícias em italiano. Lá fora só de casaco! O ventinho é frio!!!! Mas repetindo: É VERÃO! Nem parece.... Mas está "gostoso", acreditem.´






Chegamos muito cedo aqui, pois o caseiro está de férias, tocando à nós o cuidado com os animais e outros afazeres rurais.
Hoje fiz o nosso almoço, bastante simples, mas foi aprovado. Guisado (carne moída de 1ª), arroz com cebola frita num pouquinho de azeite extra-virgem, salada com alface colhida da horta, tomate e ovos cozidos, esses produto de nossa criação de galinha à campo! Gemas amarelíssimas graças ao milho por elas ingerido.
Não tomamos nossa tradicional cervejinha gelada, preferimos abrir um vinho argentino, Nieto Senetiner, gostamos!Tomamos meia garrafa acompanhado com água mineral com gás.


Após fomos para a varanda externa do chalé onde saboreamos nossos charutos, esses foram presentes trazidos, recentemente de Barcelona, como presente de nosso filho Felipe. Tratam-se de "puros" Álvaro, enroladinhos em folhados de cedros para acendê-los. Ao fundo tocava um CD- As Mais Belas Canções Italianas. A paisagem completava o momento, simples mas maravilhoso.



São 17 horas e 13 minutos, seguimos tomando chimarrão. Agora a chuva deu uma trégua. Tenho paixão pelo entardecer nesse local. Paixão!!!!!

Que tudo nesse dia 14 de janeiro venha dar certo com algumas pessoas que amamos muito mas que se encontram em momentos difíceis.







sábado, 17 de setembro de 2011

Fotos do Sítio do Cerro Alto, para Miki.








"A verdadeira afeição na longa ausência se prova."

Luis de Camões

domingo, 31 de outubro de 2010

"Surpresa"...a petiça "Kinder Ovo"....

Sabem o que é "kinder Ovo"?
Kinder Ovo é um produto alimentar e uma marca registrada italiana da empresa Ferrero. É comercializado em vários países do mundo. Em 1994 foi trazido para o Brasil, é um chocolate que vem com uma surpresa dentro.


Imagem da Wikipépia - A Enciclopédia Livre

Quando as crianças compram o chocolate, logo após abri-lo para comê-lo, descobrem que ele vem recheado com um brinde (geralmente um brinquedinho).
Em maio desse ano (2010), comprei uma petiça pretinha, sem raça, para dar umas "cavalgadas" em nosso sítio. Não estava gorda e, nada nos informaram sobre ela, além de uma provável idade de 4 anos e o preço.
Como mostrei muito interesse, ela foi "superfaturada", paguei R$ 1.000,00 à vista, lógico que, pela aparência e valor de mercado, não custava tudo isso, qualquer "pouco entendedor" iria me dizer, mas a "paixão não tem preço".



Quando foi levada ao sítio, ainda "andava". Eu saia com ela, acompanhando meu filho que cavalgava numa das éguas maiores, a Gateada ou a Chuva.

A comida no sítio é farta e também a "vida é mansa", principalmente para uma petiça que morou num bairro periférico de Pelotas, onde até puxava carroça.
Logo começou a engordar, o que atribuímos a maior oferta de pasto e de ração balanceada a ela oferecida.Mas também tornou-se malandra, andava aos paçinhos e não acompanhava mais todo o trajeto do passeio.Eu não queria e nem deixava ninguém lhe bater com rebenque, o que todos me aconselhavam para ela não ser "baldoza".

Há mais ou menos um mês, observamos que seus aperos estavam cada vez mais apertador, sua barriga enorme! Não deu outra estava prenhe, com certeza quem a vendeu também não sabia.
Ai está a analogia com o Kinder Ovo...de sua barriga saiu, ontem, dia 30 de Outubro, à 01 hora da madrugada, a primeira equina nascida no Sítio do Cerro Alto...
Por mim seu nome ficaria "SURPRESA DO CERRO ALTO", filha da Pretinha e do Cavalo Desconhecido!!!!


Mãe e filha algumas horas após o parto, 30/10/2010.

segunda-feira, 22 de março de 2010

Pescaria no sítio- saudades das férias!!!!!



Sr. Nei, um dos pedreiros, no açude colocando a rede (carpa é pescada desse modo)

Sr. Sérgio, auxiliar de pedreiro, puxando a rede.

Fevereiro, temperatura de 30º C, a cidade "fervendo", praias vizinhas cheias de gente. Nada melhor do que em plena quarta-feira, estando de férias, passar o dia no sítio.
Foi o quê eu e meu marido fizemos em vários dias dessa semana.
Ao amanhecer, já nos preparávamos para ir ao nosso Cerro Alto, Morro Redondo.
Estamos sem poder desfrutar totalmente o local, pois o chalezinho está em reforma. São algumas coisas que tinham que ser refeitas no verão, pois as chuvas costumas não ser tão longas e recorrentes quanto na maioria de nossos invernos.
Mesmo assim contamos com um bom galpão. Ele tem um portão que se abre para uma belíssima e descansante paisagem. Não é um local muito abafado, além de se poder usar a cozinha dos funcionários, que lá estão. Essa fica junto as peças do galpão, usamos para realizar pequenas coisas (aquecer água do chimarrão, colocar refrigerante, frutas e cervejas no refrigerador, por exemplo).
Encontra-se lá o alambrador, sr. Jorge, sendo que agora falta pouco para todas as áreas estarem aramadas e separadas em piquetes. Também estão o sr. Nei e seu irmão Sérgio, na parte de reforma do chalé e outras pequenas arrumações.
O sr. Nei nos aguardava para a pescaria prometida em nosso açude. Lá há carpas capim e jundias, numa boa quantidade, sendo até recomendável a pescaria, para evitar a super-lotação (explicação dada pelos "entendidos" no assunto, sou leiga).
As carpas pequenas eram recolocadas no açude, só as grandes foram aproveitadas.
Meu marido, exibindo uma das carpas.
Sr. Nei, o "chefe" da pescaria.
Sr. Jorge, o alambrador, carregando as carpas para serem limpas.

Foi um dia muito agradável. Pena mas hoje já é 22 de março, o meu trabalho íniciou e o que era bom acabou: As férias!).

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Verão no sítio....

DOMINGO NO SÍTIO

Banho no rio Cadeia, eu e Luciana

Protegidas no galpão, Clarissa, Luciana e Flávia

Felipe e o alambrador, Sr, Jorge

Que vidinha!

Domingo, 10 de janeiro de 2009, família desde cedo em preparo para o passeio. Temperatura anunciada na rádio às 10 horas da manhã, hora da partida, 28º C, vamos para praia? Não, para a serra, nosso sítio tem sido nosso point ultimamente.

Até as filhotas, Clarissa e Luciana, optaram por aparecer por lá, pois no final de semana anterior, na volta da praia do Cassino, tomaram dois ônibus lotados, com a Luciana de pés queimados, que até resolveram ir para zona rural ontem. Como sempre, o Felipe e a Flávia, já estavam lá.

Carne, salsichão, pão, cerveja, gelo, já está pronto nosso "kit" sítio.
Quando chegamos estava um pouco nublado, quente, o alambrador e seu auxiliar lá estavam. O serviço está adiantado e muito bom.
O Cachoeira preparou o fogo, temperou a carne, eu cuidei da cerveja, é claro. A Flávia, a mais light do grupo encarregou-se das saladas (nada com batatas ou maioneses).

O almoço estava ótimo, mas deu uma chovida no início da tarde, já havíamos comido, então fomos nos abrigar no galpão. Alguns foram dar uma dormidinha.

Lá pelas 15 horas o tempo já estava bom. Como havia combinado com minhas filhas, fui levá-las na prainha e na cachoeira, situadas há 5 km de nosso sítio.

Elas acharam lindo o lugar, só não gostaram de minhas advertências recorrentes: "cuidado, olha que é perigoso!". Riram muito de mim, que às vezes, com medo de cair, andava de "quatro pés" (que estilo, hei!).

Na volta da cachoeira, no caminho, sentimos fome. Paramos numa choupana bar, de propriedade do Sr. Udo Tesmann, muito simpático e conversador. Contou-nos que nosso sítio já havia sido de propriedades dele e de sua esposa, Sra. Aidi, venderam e compraram de seus parentes as terras que hoje ocupam, as quais são exploradas como camping, pois tem uma mata na beira do rio que passa no local (rio Cadeia), Comemos uns cachorros-quentes diferentes, de pão francês (cacetinhos), não muito "novos", mas o molho era ótimo, nossa fome também deve ter ajudado.

Enquanto isso o Cachoeira e o Felipe, trabalhavam na horta, plantando mudas de tomates gaúchos. A Flávia tomou banho de açude mesmo, lá no sítio.

Para variar: Foi um ótimo Domingo.

BOA SEMANA AOS MEUS LEITORES.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

"Olhai os lírios do campo"

"Olhai os lírios do campo, como eles crescem: não trabalham. nem fiam. Eu vos digo que nem mesmo Salomão, em toda sua glória, se vestiu como qualquer deles". (Mateus 6:28-29)

Em nosso sítio, Cerro Alto, Morro Redondo, a paisagem é bela, já comentei sobre isso em outras postagens. A natureza é um cartão postal. A cada final de semana que vamos para lá me encanto com alguma coisa que descubro. Não é possível esquecer na cidade a máquina de fotografar, pois sempre há algo com a qual me deparo que é merecedoura de um registro fotográfico.


Primeiros lírios fotografados, logo que adquirimos o sítio.



Lírios recentemente fotografados


domingo, 3 de janeiro de 2010

Olha só que vizinhança!


Cachoeira, rio Cadeia, Colônia São Domingos, município de Morro Redondo, Rio Grande do Sul.
Hoje, como em quase todos os Domingos, fomos para nosso sítio, Cerro Alto. Nosso filho, Felipe e sua namorada Flávia, já estavam lá, desde o final da tarde de sexta-feira, dia 1º de janeiro.
Acordamos cedo, pegamos a camionete de nosso filho, pois eles foram de carro, passamos no supermercado, abastecidos de carne, água mineral e cerveja Patrícia (uruguaia) partimos para mais um dia muito agradável naquele "pedaço de paraíso", como definiu minha nora Flávia.
Fizemos nosso churrasco em baixo de árvores num matinho próximo ao galpão. O alambrador, seu Jorge, juntou-se à nós. Ele diz que adora nossos churrascos, acho que a "cerveja" também o atrai!
Após o almoço fomos conhecer um local que faz vizinhança ao nosso sítio, a prainha e a cachoeira que desagua no rio cadeia. Lá há também uma pousada, muito bonita. Fica apenas 5 km de nosso sítio. É muito linda a paisagem, vejam a foto que ilustra o local.
Foi um dia muito agradável.

domingo, 6 de dezembro de 2009

Domingo agradável, no sítio

Achei que nesse final de semana não daria para irmos até o sítio, porque o Cachoeira foi o paraninfo da turma que concluiu o curso de Medicina da UFPEL. Desde quarta-feira estávamos de festividades. Ontem, sábado, teve o coquetel e o baile. Fiquei em casa, pois estava "morta" de cansada da colação de grau e festas particulares dos alunos, na sexta-feira. O Cachoeira deu uma chegada no coquetel e antes da meia noite já estava de volta, por isso foi possível sair cedo, pela manhã de hoje, em direção ao sítio.
Foi um Domingo muito agradável, sol só às vezes, temperatura amena, em fim, dia perfeito para apreciar a paisagem campestre.
Éramos poucos, eu, Cachoeira, Felipe, seu Jorge e Éder (o alambrador e seu auxiliar).
O Cachoeira fez sobre coxas de frango na grelha, eu fiz salada e arroz.
Não faltou a cervejinha, é claro.
Como hoje não tínhamos muitos visitantes no sítio, pude sentir melhor o som da natureza. Nenhum barulho de carro ou ruídos urbanos, só mugido de vacas, cantos de pássaros variados e sapos.
Além do tradicional charuto, hoje também estreamos uns "palheiros".
Já era noite quando chegamos à Pelotas.
Foi um ótimo Domingo.




















Aqui estão algumas fotos que fiz hoje.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Domingo no sítio

Depois de uma semana de sem chuvas, no sabádo choveu. Esse é o melhor dia para irmos ao sítio, pois aos domingos,nessa época de primavera, há um maior movimento em nossa floricultura, logo no dia em que temos menos funcionários. Mas acreditamos na previsão metereológica, domingo seria sem chuvas. Deu certo. Fomos para o Cerro Alto pela manhã. Eu, Cachoeira, Felipe e Flávia, mais tarde nossos assíduos visitantes, Jé e Carolina, apareceram para o almoço, dessa vez acompanhado da senhora Lais Duquia Moraes, mãe do Jê. Nós havíamos levado uma costela para assar em nossa improvisada churrasqueira, os visitantes chegaram com um ótimo reforçe, carne no palito. É uma comida de origem árabe, feita de carne moída e bastante tempero. Coloca-se os espetinhos para assar, excelente entrada. Também teve a salada, para os da fase "light", com vários ingredientes recolhidas da horta do sítio. A cerveja foi buscada na cidadede Morro Redonda, que fica distante 4 Km do sítio. Todos muito comedidos, pouco mais de uma lata de Brahma para cada. O chimarrão sim, "rolou" todo dia. Eram duas cuias circulando. A horta teve um bom progresso no sentido de organização e limpeza. Os "meninos" (Jé, Felipe e Cachoeira), passaram quese todo dia em função com a mesma. No meio da tarde tivemos a visita dos ex-proprietários do local, um casal de meia idade de origem italiana, muito gentis. Porém acho que estão com problema de se desligarem do local, pois ficam dizendo que irão retirar seus pertences de lá, mas nunca o fazem. Acabei convencendo-os de levarem muitos objetos embora, pois vi que o carro dos mesmos era bem grande. A luoça e os artigos de cozinha da senhora, a qual apelidamos de "mãe", pois é assim que é chamada pelo seu marido, Sr. Max, foi toda embacotada por mim, para eu mesmo trazê-la para cidade, com a sua permissão, é claro. O entardecer estava muito agradável, enqnto uns acabavam os afazeres na horta, outros tomavam chimarrão "apreciando o serviço". À noite o Cachoeira fez um carreteiro com o resto da carne do almoço, colocando couve da nossa produção.Todos adoraram, pois a fome é o melhor tempero. Saimos de lá em torno das 21 horas. O Felipe e a Flávia só retornaram hoje. Foi um domingo muito agradável.

domingo, 8 de novembro de 2009

Um sábado chuvoso

Sábado no sítio

Sábado,dia 07 de novembro de 2009, a manhã iniciou cinzenta, mas ainda não chovia. Foi uma semana chuvosa em Pelotas, cidade alagada, árvores que tombaram, muito trabalho para CEEE, porém meu filho Felipe, já na sexta-feira, rumou para o sítio. Camionete carregada, promessa de limpeza e organização. Era a priemira vez que um de nós, novos proprietários do sítio do Cerro Alto iria para ficar lá também à noite.
Eu e o Cachoeira ficamos de ir sábado pela manhã, tínhamos que levar mesa, cadeiras, armário, alguma louça e dois funcionários para ajudar na capina, optamos por começar limpando a horta, pois há muita coisa boa perdida no meio do pasto.
Minha sobrinha Carolina e Jé, se noivo, ficaram responsável pelo primeiro churrasco na propriedade campestre. Às 10 horas nos emcomtramos no trevo de acesso a BR, próximo aos pavilhões da Fenadoce. Então partimos em direção ao Morro Alto. Eram dois carros e a Kombi, dirigida pelo Cachoeira. A Clarissa, minha filha, foi no meu carro, para conhecer nosso novo "empreendimento".
No caminho já começava uma pequena chuva que se manteve assim por todo dia.
O churrasco foi divertido, os empregados trabalharm pouco, ficaram mais tempo conosco no galpão, fugindo da chuva.
O Felipe já havia organizado o galpão, estava capinando quando chegamos. Disse que tinha passado uma boa noite, embora sozinho. A Flávia, sua namorada, faz especialização em Porto Alegre, em sábados alternados.
O Jé fez um assado de primeira, eu fiz "arroz" e salada, É lógico que um pouquinho de cerveja bebemos, mas não demais, só no almoço, pois temos que tomar a estrada na volta.



O Cachoeira estava que "nem criança com brinquedo novo", feliz, andando na chuva e fumando charuto.
A Clarissa deve ter achado que, "só nos mesmos", gastar dinheiro em "sítios", mas gostou de passar o dia lá, mas nos revelou ser muito urbana para o local. A Luciana nem foi, pois nesse sábado trabalhava no MAB.
A tardinha voltamos. O Felipe ficou, dormiu lá, acabou de chegar em casa. Vou saber novas notícias do sítio.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Sítio do Cerro Alto

SÍTIO DO CERRO ALTO - MORRO REDONDO




Chácara ou sítio , no Brasil, é uma pequena propriedade rural para a criação de animais e cultivo de frutas e legumes. De modo geral, um sítio é menor que uma fazenda. É comum entre as pessoas que possuem um sítio possuírem também uma casa na cidade. Em tempos mais recentes, os sítios tornaram-se também uma propriedade destinada à recreação e lazer durante fins-de-semana, para buscar tranquilidade e contato com a natureza, o que não é possível na cidade. Para isso, os sítios costumam ter cavalos para passeio, além de e outros pequenos animais. Alguns sítios têm o privilégio de ser cortado por um riacho, o que torna o banho nele uma atividade muito agradável.
Desde que casamos, eu e o Cachoeira, sempre tivemos vontade de ter um sítio rural, próximo à cidade. Diversas vezes, estivemos quase comprando algum, mas na hora sempre desistíamos.
Moramos, há 22 anos, fora da zona central de Pelotas, a caminho da praia do Laranjal. Nosso espaço é amplo, por isso a "vontade do sítio" foi sendo sempre adiada.
Nosso filho Felipe tem bastante coisa em comum conosco e, ultimamente, ficou nos "atiçando" em relação a ter uma sociedade com ele no meio rural.
Recentemente a ideia acabou se concretizando. Adquirimos alguns poucos hectares, no município de Morro Redondo. Fica distante uns 50 Km de nossa casa. O lugar é muito lindo. Tem um açude com peixes, horta e pomar, além de uma bela mata nativa.
A casa terá que sofrer alguns "ajustes", mas o galpão e excelente. Aqui estão umas imagens do local. Acho que já estou "apaixonada" pelo local.


Cachoeira na cancela


Eu com a casinha ao fundo


Felipe e Cachoeira



Vista do açude

O lugar é alto, a paisagem é linda!