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segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Verão no sítio....

DOMINGO NO SÍTIO

Banho no rio Cadeia, eu e Luciana

Protegidas no galpão, Clarissa, Luciana e Flávia

Felipe e o alambrador, Sr, Jorge

Que vidinha!

Domingo, 10 de janeiro de 2009, família desde cedo em preparo para o passeio. Temperatura anunciada na rádio às 10 horas da manhã, hora da partida, 28º C, vamos para praia? Não, para a serra, nosso sítio tem sido nosso point ultimamente.

Até as filhotas, Clarissa e Luciana, optaram por aparecer por lá, pois no final de semana anterior, na volta da praia do Cassino, tomaram dois ônibus lotados, com a Luciana de pés queimados, que até resolveram ir para zona rural ontem. Como sempre, o Felipe e a Flávia, já estavam lá.

Carne, salsichão, pão, cerveja, gelo, já está pronto nosso "kit" sítio.
Quando chegamos estava um pouco nublado, quente, o alambrador e seu auxiliar lá estavam. O serviço está adiantado e muito bom.
O Cachoeira preparou o fogo, temperou a carne, eu cuidei da cerveja, é claro. A Flávia, a mais light do grupo encarregou-se das saladas (nada com batatas ou maioneses).

O almoço estava ótimo, mas deu uma chovida no início da tarde, já havíamos comido, então fomos nos abrigar no galpão. Alguns foram dar uma dormidinha.

Lá pelas 15 horas o tempo já estava bom. Como havia combinado com minhas filhas, fui levá-las na prainha e na cachoeira, situadas há 5 km de nosso sítio.

Elas acharam lindo o lugar, só não gostaram de minhas advertências recorrentes: "cuidado, olha que é perigoso!". Riram muito de mim, que às vezes, com medo de cair, andava de "quatro pés" (que estilo, hei!).

Na volta da cachoeira, no caminho, sentimos fome. Paramos numa choupana bar, de propriedade do Sr. Udo Tesmann, muito simpático e conversador. Contou-nos que nosso sítio já havia sido de propriedades dele e de sua esposa, Sra. Aidi, venderam e compraram de seus parentes as terras que hoje ocupam, as quais são exploradas como camping, pois tem uma mata na beira do rio que passa no local (rio Cadeia), Comemos uns cachorros-quentes diferentes, de pão francês (cacetinhos), não muito "novos", mas o molho era ótimo, nossa fome também deve ter ajudado.

Enquanto isso o Cachoeira e o Felipe, trabalhavam na horta, plantando mudas de tomates gaúchos. A Flávia tomou banho de açude mesmo, lá no sítio.

Para variar: Foi um ótimo Domingo.

BOA SEMANA AOS MEUS LEITORES.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Domingo no sítio

Depois de uma semana de sem chuvas, no sabádo choveu. Esse é o melhor dia para irmos ao sítio, pois aos domingos,nessa época de primavera, há um maior movimento em nossa floricultura, logo no dia em que temos menos funcionários. Mas acreditamos na previsão metereológica, domingo seria sem chuvas. Deu certo. Fomos para o Cerro Alto pela manhã. Eu, Cachoeira, Felipe e Flávia, mais tarde nossos assíduos visitantes, Jé e Carolina, apareceram para o almoço, dessa vez acompanhado da senhora Lais Duquia Moraes, mãe do Jê. Nós havíamos levado uma costela para assar em nossa improvisada churrasqueira, os visitantes chegaram com um ótimo reforçe, carne no palito. É uma comida de origem árabe, feita de carne moída e bastante tempero. Coloca-se os espetinhos para assar, excelente entrada. Também teve a salada, para os da fase "light", com vários ingredientes recolhidas da horta do sítio. A cerveja foi buscada na cidadede Morro Redonda, que fica distante 4 Km do sítio. Todos muito comedidos, pouco mais de uma lata de Brahma para cada. O chimarrão sim, "rolou" todo dia. Eram duas cuias circulando. A horta teve um bom progresso no sentido de organização e limpeza. Os "meninos" (Jé, Felipe e Cachoeira), passaram quese todo dia em função com a mesma. No meio da tarde tivemos a visita dos ex-proprietários do local, um casal de meia idade de origem italiana, muito gentis. Porém acho que estão com problema de se desligarem do local, pois ficam dizendo que irão retirar seus pertences de lá, mas nunca o fazem. Acabei convencendo-os de levarem muitos objetos embora, pois vi que o carro dos mesmos era bem grande. A luoça e os artigos de cozinha da senhora, a qual apelidamos de "mãe", pois é assim que é chamada pelo seu marido, Sr. Max, foi toda embacotada por mim, para eu mesmo trazê-la para cidade, com a sua permissão, é claro. O entardecer estava muito agradável, enqnto uns acabavam os afazeres na horta, outros tomavam chimarrão "apreciando o serviço". À noite o Cachoeira fez um carreteiro com o resto da carne do almoço, colocando couve da nossa produção.Todos adoraram, pois a fome é o melhor tempero. Saimos de lá em torno das 21 horas. O Felipe e a Flávia só retornaram hoje. Foi um domingo muito agradável.