Powered By Blogger
Mostrando postagens com marcador lugares. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador lugares. Mostrar todas as postagens

sábado, 13 de agosto de 2011

Chegamos a Veneza


Eu e minha filha Luciana com estátuas vivas venezianas

Após 4 dias na belíssima Roma, fomos para a não menos bela Veneza.
Eu já a conhecia, fomos em 2007, meu marido, eu e o casal de amigo, mas nos dirigimos para lá de carro e nos hospedamos na vizinha cidade de mestre, em um hotel.
Dessa vez fomos de trem (Eurostar) de Roma diretamente a Veneza. Foi uma ótima viagem, com direito até a um bom chimarrão, o que chamava a atenção dos outros passageiros.
Quando descemos na estação de Veneza tomamos um táxi-barco até o apartamento que havíamos alugado pela Internet. Quando descemos na parada do barco próxima a nossa morada em Veneza, "arrastando as malas", confesso que fiquei um pouco apreensiva.
Era um local de sobrados antigos (comum em Veneza) e aparentemente mal conservados externamente, ruelas desertas, muito diferente da Veneza que eu havia conhecido há 4 anos, pois na verdade constatei que conhecia muito pouco, da outra vez só nos detivemos nos locais absolutamente de comércio e turismo, como por exemplo Piazza de S. Marcos, famoso pelas pombas, Catedral e bares, restaurantes e comércio de artigos de grandes marcas.
Externamente o prédio era muito velho, mas pela aparência da porta e das janelas, dava para se observar que havia sofrido uma reforma recente. Quando os proprietários abriram a porta de entrada do prédio me surpreendi. Era um pequeno edifício, extremamente moderno, limpo e com "cara de novinho". A esposa do proprietário nos recebeu amavelmente. Arrisquei meu "micro-vocabulário" de italiano, acho que me sai bem!
Ela dirigia-se a mim respondendo minhas simples e pré-estudadas perguntas, eu também entendia o que ela queria dizer nas sua respostas. Valeu a pena apenas o 1º semestre do curso de italiano que comecei esse ano.....
O apartamento ficava no último piso, na verdade no "sottoteto" (abaixo do telhado), tinha um pouco de escadas, mas não era "um exagero", o problema eram as "malas" (ainda vou apreender a viajar só de mochila!), mas subimos. Adoramos o local, era limpo, bem equipado, muito bom para poucas noites, já que naqueles belos dias ficávamos nas ruas e canais de Veneza.
Não vou descrever o apartamento, confiram abaixo algumas imagens.









Continuarei em outra postagem a escrever sobre Veneza.

domingo, 6 de junho de 2010

Domingo no meu bairro, Recanto de Portugal, Pelotas.

Em outras postagens sempre tenho escrito sobre meus finais de semana em nosso sítio. Nessa semana tivemos um “feriadão”, ou seja, um final de semana prolongado, pois o feriado de Corpus Christi, caiu numa quinta-feira, sendo que na sexta-feira, tivemos ponto facultativo na maioria das repartições públicas e particulares de Pelotas.
Voltamos do sítio, eu e meu marido, no sábado à tardinha, pois à noite tínhamos o aniversário de 15 anos da filha de uns amigos. Domingo ficamos na cidade, aproveitei para passear no meu ciclo-motor elétrico, na praia do Laranjal e no meu bairro, Recanto de Portugal.


Nasci e moro, até hoje, na cidade de Pelotas, localizada no Estado do Rio Grande do Sul, o mais ao sul do Brasil. Possui uma população de cerca de 350.000 habitantes e é a terceira cidade mais populosa da região sul. Está localizada a 250 quilômetros, da capital do estado, Porto Alegre.
Minha cidade, como boa parte das cidades do sul do Brasil, teve como origem principal a colonização portuguesa. Esses imigrantes, dos quais sou uma descendente, influenciaram nossa cultura, principalmente no canto e na dança, nossa arquitetura e muito na nossa culinária. Pelotas é conhecida como a Capital Nacional do Doce. Essa herança, conservada até hoje, foi trazidas pelos portugueses. Nossos doces preservam as receitas tradicionais portuguesas, cuja base é ovos e nozes.
Há aproximadamente 22 anos, habito o local conhecido como Recanto de Portugal que é um sub-bairro da praia Laranjal, ficando bem próximo das famosas charqueadas de Pelotas.
Fica um pouco mais distante do centro da cidade, em torno de 7 km, é um sub-bairro relativamente grande, mas ainda carece de melhorias na infra-estrutura. Suas ruas não são pavimentadas, exceto a que conduz à sede campestre do Clube Centro Português. Grande parte do sub-bairro fica na beira do Arroio Pelotas. Esse arroio drena o município, desaguando no Canal São Gonçalo, canal que liga a Lagoa dos Patos à Lagoa Mirim.
Nosso Arroio Pelotas, ao qual chamamos de “o rio”, também não resistiu aos “assédios” da poluição. Atualmente suas águas não são próprias para o banho, embora algumas pessoas ainda o façam.
Já foi um local bem mais sossegado e tranqüilo, havia segurança. Nossas casas não precisavam de tanto aparato como grades, muro altos, cães de guarda de raças bravas, alarmes e outras formas de impedimento aos “amigos do alheio”. Meus filhos criaram-se brincando em suas ruas, pedalando suas bicicletas, jogando futebol, etc. Mas isso é coisa do passado, hoje temos todos os perigos como qualquer cidade de porte médio do Brasil.



O lindo Arroio Pelotas, observem os "rastros" dos seres humanos nas margens.


Antiga sede campestre do Clube Centro Português de Pelotas.

Nova sede Campeste do Clube Centro Português de Pelotas.


Todas as ruas tem nomes de cidades e locais de Portugal.


Terreno adquirido, no Recanto de Portugal, por meu filho. Possivelmente construirá sua casa nesse local.


Casa de meu sobrinho e afilhado, recentemente construida no Recanto de Portugal.


Vista lateral de nossa casa que, no momento, aguarda início de nova pintura de paredes externas.