quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Diversidade e democracia

Significado de diversidade: A palavra diversidade é um substantivo feminino que caracteriza tudo que é diverso, que tem multiplicidade. É a reunião de tudo aquilo que apresenta múltiplos aspectos e que se diferenciam entre si, por exemplo: diversidade cultural, biológica, étnica, linguística, religiosa, etc. O conceito de diversidade, como afirma Sacristán (2002), está relacionado com as aspirações dos povos e das pessoas à liberdade para exercer sua autodeterminação. Está ligado ainda à aspiração de democracia e à necessidade de administrar coletivamente realidades sociais que são plurais e de respeitar as liberdades básicas. Significado de Democracia:Democracia vem das palavras gregas "demos" , que significa povo, e de "kratos", que significa poder. Democracia é um conjunto de princípios e práticas que protegem a liberdade humana; é a institucionalização da LIBERDADE.
É isso ai.... Eu tenho amigos negros, brancos, ricos, pobres e "remediados", religiosos e ateus, colorados, tricolores, heterossexuais, homossexuais, bissexuais, apaixonados pelo regime político de Cuba ou os apaixonados pelos Estados Unidos, alguns nascidos e habitantes no norte, outros no sul Brasil,muitos adoram coisas antigas, já outros só preferem o modernos. Tenho também os que gostam de ler, outros que preferem esportes, em fim, pessoas muito diversas, todas gozando de seu princípio de liberdade. O dia é bom porque existe a noite. É isso ai. Boa noite.

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Viajantes furtados!! Atenção

Meu marido adora organizar viagens. Viajo sempre descansada, pois sei que tudo é planejado meses antes do início do nosso passeio. Ele faz boa parte dos procedimentos através da Internet. Compra passagens aéreas, aluga apartamentos, reserva hotéis, entre outras coisas, relacionadas com o bem estar do transcurso fora do país. Esse ano decidimos viajar ao norte da Itália (Milão, La Spezia, Cinque Terre, Portofino). Também elegemos conhecer Lugano na Suíça, Budapeste na Hungria, Vieira na Áustria, Paris na França e um dia de passagem pela nossa querida Lisboa antes de embarcar para de regresso para o Brasil. Nossa viagem começou na segunda quinzena do mês de julho. Viemos acompanhados de um casal de amigos e de nossa filha mais moça. Até o final de nossa estadia em Budapeste, estava transcorrendo tudo perfeitamente bem. Já tínhamos conhecimento do perigo de furtos à turistas, motivo pelo qual mantínhamos cuidados com bagagens, dinheiro e documentos. Cada um de nós cuidando de seus pertences e dinheiro, porém era o meu marido que se encarrega de cuidar dos passaportes, passagens e seguros de saúde. Colocando tudo em uma sacola à tira colo e andando sempre com a bolsa na frente do corpo. Nos hotéis os documentos e dinheiro eram colocados no cofre. No retorno de Portofino, ainda na Itália, assistimos um furto de dinheiro da bolsa de uma moça na estação de Santa Margarita. Um grupo de meninas adolescentes, provavelmente oriundas de países do leste europeu, furtaram uma jovem turista que descia na estação seguinte. Ficamos apavorados. Descemos na estação de Gênova para troca de trem. Nesse momento fomos cercados por um homem alto e negro que usava roupas femininas. O mesmo estava acompanhado por grupo de homens. Tivemos que correr e entrar no trem. Ufa! Depois de Milão nos deslocamos para Budapeste. Lá não encontramos esses tipos de larápios, porém ao fazer o nosso deslocamento de Budapeste para Viena, tivemos uma desagradável surpresa! Perto do destino, meu marido resolveu guardar na sua bagagem de mão, o caderno em que estava fazendo anotações, momento em que percebeu o furto da bolsa. Lá se foram 400 reais, seguros de saúde, óculos de sombra e de grau (ainda bem que tinha outro desse último citado), telefone celular, canetas entre outros objetos. Nenhum euro levaram porém lá se foram os nossos 3 passaportes. Apavorados chegamos à Viena. "Sem lenço e sem documentos" como diz na música de Caetano Veloso, mas por sorte com as Carteiras de Identidades brasileiras nas malas. Salvadoras! Fomos direto para Polícia de Viena em um posto dentro da estação de trem. Imaginem a cena: Uma policial mal humorada falando um inglês com sotaque austríaco! Entramos no seu departamento. Ela nos mandou sentar e fazer silêncio. Enquanto isso ela cantarolava. Meu marido tem a pele morena, pode muito bem ser confundido com um indiano, dos que estão aos montes aqui pela Europa exercendo trabalhos, principalmente, de vendedores nas ruas. Nos chamou e de forma pouco amigável perguntou o que havia ocorrido. Minha filha teve que ressuscitar o seu aprendizado de inglês, de grande importância naquele momento. Como tínhamos conosco as Carteiras de Identidades do Brasil tudo ficou mais fácil. Ao saber de nossa nacionalidade a policial mal humorada ficou mais cordial. Viu que éramos turistas e que não estávamos de forma ilegal no seu país. Foi feito o boletim de ocorrência e nos orientado procurar a Embaixada Brasileira em Viena, para confecção de novos passaportes, pois sem os mesmos não poderíamos deixar a Áustria. Passamos o sábado e o domingo descansados e, com a certeza, que seríamos bem recebidos pelo pessoal do consulado que atua junto à embaixada. Segunda-feira, 04 de agosto, lá estávamos na frente da Embaixada Brasileira em Viena. Fiquei até um pouco emocionada ao ver a bandeira do Brasil. Nos mandaram falar com a funcionária do consulado. Mostramos o boletim de ocorrência policial de Viena e relatamos o caso. Agora é que vem o segundo "roubo": € 165 cada um dos passaportes. De preferência, deveriam serem pagos com euros na hora para a confecção no mesmo dia. Foram nada mais do que um gasto equivalente à R$ 1.700,00 pelos três documentos. Ainda bem que tínhamos levado uma reserva e que não nos roubaram nossos euros. A funcionária foi gentil bem como a vice-cônsul, que nos chamou à atenção por sua juventude. Nossa viagem está quase acabando. Podemos retornar porque temos os documentos, porém nos sentimos 2 vezes furtados, no trem e no consulado. Viajar é ótimo, voltar para casa não têm preço.
Agora em Paris há milhares de turistas e também bandos de adolescentes que furtam o viajante no menor descuido. É isso aí. ....

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Vamos conversar?

Vamos conversar? Sim é uma pergunta.... Minha filha primogênita, Clarissa, gostava de fazer essa pergunta, principalmente quando estava com a sua vó Maria, minha mãe. Minha mãe achava muito engraçado, uma criança gostar de conversar! Hoje, quando chegava de meu jogo de pádel, minha filha Clarissa também chegava de Bagé, cidade onde trabalha e mora. Ficamos sozinhas em casa... ai começamos a conversar. Assuntos da semana em dia, resoluções familiares, planos de trabalho...tantas "conversas"! É isso ai.... que bom. Vamos sempre conversar?

sexta-feira, 27 de junho de 2014

E mais um inverno chegou

Por que contamos os anos em "primaveras"? Sim, quando uma pessoa está de aniversário é comum dizermos que ela está completando mais uma primavera de sua existência.Não importa se o aniversariante nasceu num verão, num outono ou num inverno. As pessoas completam "primaveras". Por que será que pensei nisso? Estamos em junho, mais um inverno acaba de chegar, devemos brindar essa estação. O sol brilha menos, a terra esfria, as flores descansam, o verde desaparece quase que milagrosamente. Dias cinzentos são frequentes, noites longas, até o cio dos animais tornam-se mais escassos, mas isso me encanta.É a vida que dá uma pausa a si mesmo, pois é preciso. Assim é quase tudo, há períodos do apogeu, da florescência, do vigor da luz intensa e do calor. Mas nunca devemos esquecer do inverno e, se nos preparamos, será um período belíssimo. Procuramos o calor do fogo, o aconchego da casa, o prazer de alimentos e das bebidas que nos aquecem. Uma lareira, um cobertor macio, um prato de sopa, um café quentinho, um vinho e um mate bem quente para nós que somos gaúchos. Não vou esquecer dos que passam fome, frio, não têm abrigo e sofrem com as doenças do frio, mas agradecendo as condições de que posso desfrutar, quero dar fazer um brinde ao inverno. Tim-tim, é isso ai, mais um inverno chegou.

sábado, 17 de maio de 2014

Sábado para descansar, dia para pensar.

Adoro os sábados, como uma grande parte das pessoas, acho um dia especial. Não exerço minha profissão de professora e médica. Não conversos com as mesmas pessoas com quem convivo diariamente no trabalho. Estou distante dos alunos e pacientes, da rotina da Unidade de Saúde e de Ensino, aliás, uma atividade que gosto muito. Com frequência saiu da cidade e venho para zona rural, onde agora estou. Aqui o barulho é diferente. Poderia definir como um "barulho silencioso"! Estou quase só, se não fosse a boa presença do meu marido. Sento na varanda e tenho um bela vista para apreciar, pássaros diversos cantando suaves melodias, o gato que mia dengoso, o cão que às vezes late e um discretíssimo ruído do vento fraco e agradável.
Gostaria de além de quase não falar, quase nada pensar, somente curtir esse quase paraíso. Como seres humanos temos o "poder" de pensar. Na verdade não exercemos nenhum poder sobre o nosso pensamento. Ele nos invade. Por isso, enquanto descanso eu acabo pensando. Hoje meu pensamento "voou" sobre as relações entre as pessoas. Com quase 60 anos de idade, não tenho dúvidas que, das difíceis artes da vida diária, estão as relações inter-pessoais. Seria bom que na nossa passagem por essa existência o verbo relacionar fosse apenas aquilo que os dicionários definem.
Um bom resto de sábado para nós.

sábado, 5 de abril de 2014

Aqui sempre tem algum encanto!

Depois de duas semanas, retorno ao sítio, para mais um final de semana. Na cidade estou sempre com a agenda cheia. São tardes e manhãs numa Unidade de Saúde da periferia da cidade, 5 dias por semana. Quando encerro meu trabalho, que confesso gostar muito, não só porque me sinto útil trabalhando na saúde pública, mas também por estar cercada de jovens estudantes de medicina com os quais mais aprendo do que ensino, procuro sempre realizar uma atividade esportiva, pádel ou tênis. Só nas terças-feiras, troco o esporte pelas aulas de Italiano, que faço há 3 anos, adoro essa língua, aos meus colegas e ao querido professor Silvio Paniz.
Quando chega a sexta-feira e o sol vai caindo, aguardo com muita satisfação a chegada do meu marido, então juntos, nos dirigimos ao Sítio do Cerro Alto, nosso refúgio na zona colonial da pequena cidade de Morro Redondo, distante apenas uns 50 minutos de nossa casa em Pelotas. Amanhecer num sábado nesse local é muito reconfortante, que bom que eu e o Cachoeira, com quem casei há 36 anos, curte também essa paz.
Hoje teremos uma novidade. Iremos, no início da noite, ao Butiá Chopp e Cafeteria, novo local inaugurado recentemente no centro da cidade de Morro Redondo. Uma proposta diferente de lazer nessa pequena cidade. Pela manhã conversamos com os proprietários que gentilmente nos mostraram as instalações. Bem bom final de sábado para nós todos!!!!

sábado, 22 de março de 2014

Ar de outono num belo sábado

Hoje, 22 de março de 2014, amanhecemos num belo cenário rural. Eram 8 horas quando "saltei" da cama. Fui direto à porta de vidro de nossa sala-cozinha, ficando surpreendida pela maravilhosa manhã outonal. Abrindo a porta , fiz uma saudação ao nosso cão Negrinho respirando um ar levemente geladinho. Minutos após o marido também acordou. Fui preparar o nosso ritual de desjejum matinal rural, que é muito diferente do da cidade. Aqui não temos pressa, não temos que ler o jornal e sempre juntos tomamos o café, que é passado na hora em uma moca italiana. Dá tempo do suco, das frutas e de um pão bem gostoso. As nossas éguas já estavam avizinhadas a casa, de suas maneiras, solicitando para entrar para um pequeno potreiro de pasto ao lado da casa. O Cachoeira foi colocá-las no lugar solicitado e, estando ainda em pijamas, voltou arrepiado pelo frescor. É comum a exaltação a beleza da primavera, a alegria do verão, ao charme da inverno (quando se pode desfrutá-lo com conforto) e o outono? É talvez o menos saudado, porém de alguns tempos para cá, tenho cada vez mais apreciado essa estação do ano. Folhas que caem, ainda há algumas flores, temperaturas amenas e um vento mais agradável que o primaveril, quando a natureza precisa espalhar o pólen para manutenção das espécies vegetais. Bem vou para de escrever para curtir esse sábado especial que recebemos de presente após uma semana de trabalho na cidade. Desejo bom dia aos amigos.